Onde estás?





         É a pergunta que Deus faz a Adão após o seu pecado lá no comecinho do livro de Gênesis. Adão tentava esconder-se de Deus escondendo-se entre as árvores.
Não se trata de uma distância espacial ou geográfica, mas de natureza. Quando Adão foi criado e colocado no Éden, era uma pessoa perfeita, inocente e sem maldade, porém não era pecador nem possuía natureza pecaminosa.
 A Aliança de Deus com Adão condicionava a vida eterna à sua obediência: Adão porem desobedeceu e morreu.
Com o pecado, a comunhão espiritual foi rompida. Deus continuou Santíssimo, mas o homem foi destruído pelos vírus do pecado. O profeta Isaias afirma que as nossas iniqüidades no separam de Deus: “Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus.
O homem está separado de Deus por causa da sua natureza pecaminosa, mas a pergunta divina onde estás revela-nos uma segunda verdade, a de que o pecado original possui dois elementos: a culpa e a corrupção.
A culpa está relacionada à penalidade da desobediência. Quem é culpado está numa relação penal com a lei, já a corrupção inclui a ausência da justiça original e a presença do mal positivo.
A excelência da graça do perdão divino é operada de forma sobrenatural pelo Espírito Santo; é limitada aos escolhidos de Deus, pois  remove a culpa e a penalidade do pecado, regenerando e purificando o coração do pecador, que alem de  irresistível e eficaz traz em sua ação o  desejoso de aceitar a oferta da salvação em Jesus Cristo; e se manifesta exclusivamente por meio de Deus
Deixo para meditação Jo1.16-17.

Deus abençoe!

Lilian Candeia.

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