O Evangelho do Dia.

"Efatá!" Abre-te! (Mc 7,31-37)

Jesus saiu da região que fica perto da cidade de Tiro, passou por Sidom e pela região das Dez Cidades e chegou ao lago da Galiléia. Algumas pessoas trouxeram um homem que era surdo e quase não podia falar e pediram a Jesus que pusesse a mão sobre ele. Jesus o tirou do meio da multidão e pôs os dedos nos ouvidos dele. Em seguida cuspiu e colocou um pouco da saliva na língua do homem. Depois olhou para o céu, deu um suspiro profundo e disse ao homem:
- "Efatá!" (Isto quer dizer: "Abra-se!")
E naquele momento os ouvidos do homem se abriram, a sua língua se soltou, e ele começou a falar sem dificuldade. Jesus ordenou a todos que não contassem para ninguém o que tinha acontecido; porém, quanto mais ele ordenava, mais eles falavam do que havia acontecido. E todas as pessoas que o ouviam ficavam muito admiradas e diziam:
- Tudo o que faz ele faz bem; ele até mesmo faz com que os surdos ouçam e os mudos falem!

21ª. dia com Propósitos



Protegendo a Igreja


A unidade é a alma da comunhão. Destrua-a, e estará rasgando o coração do corpo de Cristo. É a essência, o âmago de como Deus pre­tende que experimentemos a vida conjunta na igreja. Nosso modelo supremo de unidade é a Trindade. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são totalmente unidos em um. O próprio Deus é o maior de todos os exemplos de amor sacrificial, altruísmo e harmonia perfeita.

Assim como qualquer pai, nosso Pai celestial tem prazer em ver os filhos em harmonia uns com os outros. Em seus últimos momen­tos, antes de ser preso, Jesus orou apaixonadamente pela nossa uni­dade.1 Era nossa união que estava em primeiro lugar em sua mente naquelas horas agonizantes. Isso mostra a importância do assunto. Nada na terra é mais valioso para Deus que sua igreja. Ele pagou o mais alto preço por ela e a quer protegida, especialmente dos da­nos devastadores causados pelas divisões, conflitos e discordâncias. Se você é parte da família de Deus, é sua responsabilidade preser­var a unidade no local em que você congrega. Você foi encarregado por Jesus de fazer todo o possível para preservar a unidade, prote­ger a comunhão e promover a harmonia na sua igreja e entre todos os crentes. A Bíblia diz: Façam todo o esforço para conservar a uni­dade do Espírito pelo vínculo da paz.2 Como podemos fazer isso? A Bíblia nos dá orientações práticas.


Um versículo para memorizar: Portanto, concentremo-nos nas coisas que contribuem para a harmonia e no crescimento de nossa comunhão conjunta (Romanos 14.19; ch).

Uma pergunta para meditar: O que estou fazendo pesso­almente para proteger a unidade em minha família ecle­siástica neste exato momento?



Imagem: APL - Academia Paraibana de Letras -Paraíba.

O Amor Segundo ABBA

“You were, I felt robbing me of my rightful chances”
(ABBA, one of us)

Eu acho que todo mundo já sofreu por amor. Diga-se, de passagem, que quem não sofreu também não tem do que se vangloriar. É como eu sempre digo, é preferível a dor de terremotos e tsunamis a uma vida morna, quase vegetativa em matéria de coração. Entre viver e não viver, eu sempre preferirei a primeira hipótese ainda que eventualmente arque com os dissabores da decepção, da indiferença e dos desentendimentos.

De toda sorte, nos últimos tempos, não tem me saído da cabeça a letra e a melodia da música “The Winner Takes It All” do grupo ABBA . Mesmo que o leitor amigo tente associar o teor da música a eventuais aspectos pessoais da minha vida, não vou confessar. Estou falando em tese: apenas isso!

A música trata de um desabafo belíssimo de alguém que perdeu o ente amado. Um dos versículos mais interessantes da canção é quando se clama:

“Eu estava nos teus braços
pensando que lhes pertencia
Achando que tudo fazia sentido
construindo minha cerca e o meu lar
Sentindo-me forte ali
Mas fui um idiota
ao jogar de acordo com as regras”

Mas quais são as regras do amor?

Não há! Amar é simplesmente amar. É doar-se sem esperar nada em troca. Amor não é um investimento que se aguarda retorno. Amor não é um direito real que transforma a pessoa amada num objeto de posse.

Amar é um verbo tão complexo que toda a poesia escrita sobre tema não esgota a sua universalidade, e todas as maldades, adversidades, grandes feitos, generosidade, palavras vãs praticadas em seu nome não transformam ninguém herói , mártir ou vilão. Isto porque é pressuposto para amar a natureza humana, e esta é e sempre será cheia de falhas e vicissitudes.

E aí volto aos versos do ABBA na mesma música:

“Em algum lugar profundo dentro me mim
você deve saber que sinto falta de você
mas o que posso fazer?
Regras têm que ser obedecidas”

Pois é! Não se controla o amor. Ele não é regrado, é rebelde, é insano, é simplesmente o amor. Você não tem como decidir “amar ou não amar” (Talvez Shakespeare discordasse) . Pode-se, máxime, optar por não viver um relacionamento e abafar aquele sentimento grandioso até que ele, sem oxigênio, desfaleça, enfraqueça e venha a óbito. Fazendo isso, entretanto, ter-se-á que arcar com a dúvida da omissão, da inércia ou da covardia.

Mente quem diz que o amor sempre é eterno. Amor absoluto somente o é o amor original (ágape): aquele que Deus-Pai tem por todas as criaturas. Os sentimentos humanos são normalmente finitos sim (ainda que por uma vida toda), mas isso não lhes retira a grandiosidade, a intensidade e o sentido nuclear que eles dão às nossas vidas terrenas, medíocres e falhas.

Não importa o nome que se lhe dê: Agape, Philia, Eros, Storge, segundo a filosofia grega; ou Ai, Lian, Qing, Gănqíng, conforme doutrina a sabedoria milenar dos chineses, a verdade é que tudo o que se escreveu sobre amor dirá sempre pouco ou quase nada, porque amor não é um conceito psicossocial, mas sim um elemento abstrato que só sabe quem sente e, mesmo quem sente é incapaz de descrevê-lo em toda a sua plenitude porque qualquer expressão humana, digam-se gestos, palavras ou escrita, os quais nunca lhe esgotarão o conteúdo.

Assim, esquecendo os profundos textos teológicos e filosóficos acerca do amor, prefiro mil vezes dizer que amo e amo muito e, enquanto correr sangue quente nestas veias, a mola propulsora do sentido da minha vida será amar: Amar a Deus, amar o trabalho, amar a Justiça e amar alguém tão falho e tão humano quanto eu.

Por tudo isso, desprezando Platão, Aristóteles, Bento XVI, Álvares de Azevedo, Lord Byron etc e etc. Acosto-me aos reclamos do grupo pop sueco:

“Os juízes decidirão(...)
E jogo (do amor) ocorrerá novamente
amigo ou amante
algo grande ou pequeno
O vencedor leva tudo!”

E viva o amor! Feliz será seu vencedor!

Por: Eduardo Varandas

O Evangelho do Dia.

Jesus e a tradição dos judeus

Jesus propõe a solidariedade (Mc 7,1-13)


Alguns fariseus e alguns mestres da Lei que tinham vindo de Jerusalém reuniram-se em volta de Jesus. Eles viram que alguns dos discípulos dele estavam comendo com mãos impuras, quer dizer, não tinham lavado as mãos como os fariseus mandavam o povo fazer.
(Os judeus, e especialmente os fariseus, seguem os ensinamentos que receberam dos antigos: eles só comem depois de lavar as mãos com bastante cuidado. E, antes de comer, lavam tudo o que vem do mercado. Seguem ainda muitos outros costumes, como a maneira certa de lavar copos, jarros, vasilhas de metal e camas.)
Os fariseus e os mestres da Lei perguntaram a Jesus:
- Por que é que os seus discípulos não obedecem aos ensinamentos dos antigos e comem sem lavar as mãos?
Jesus respondeu:
- Hipócritas! Como Isaías estava certo quando falou a respeito de vocês! Ele escreveu assim:
"Deus disse:
Este povo com a sua boca diz
que me respeita,
mas na verdade o seu coração
está longe de mim.
A adoração deste povo é inútil,
pois eles ensinam leis humanas
como se fossem mandamentos de Deus."
E continuou:
- Vocês abandonam o mandamento de Deus e obedecem a ensinamentos humanos.
E Jesus terminou, dizendo:
- Vocês arranjam sempre um jeito de pôr de lado o mandamento de Deus, para seguir os seus próprios ensinamentos. Pois Moisés ordenou: "Respeite o seu pai e a sua mãe." E disse também: "Que seja morto aquele que amaldiçoar o seu pai ou a sua mãe!" Mas vocês ensinam que, se alguém tem alguma coisa que poderia usar para ajudar os seus pais, mas diz: "Eu dediquei isto a Deus", então ele não precisa ajudar os seus pais. Assim vocês desprezam a palavra de Deus, trocando-a por ensinamentos que passam de pais para filhos. E vocês fazem muitas outras coisas como esta.

20ª. dia com Propósitos



Restaurando a comunhão quebrada.
Sempre vale a pena restaurar relacionamentos.
Uma vez que a vida consiste em aprender a amar, Deus quer que valorizemos os relacionamentos e nos esforcemos para mantê-los, em vez de descartá-los sempre que houver um desacordo, uma mágoa ou um conflito. Na verdade, a Bíblia diz que Deus nos deu o ministério da restauração de relacionamentos.1 Por esse motivo, boa parte do Novo Testamento é dedicada a nos ensinar a ter um bom relaciona¬mento uns com os outros. Paulo escreveu: Se vocês receberam algo por seguir a Cristo, se o amor dele fez alguma diferença na vida de vocês, se participar da comunidade do espírito significa algo para vocês [...] concordem uns com os outros, amem uns aos outros, sejam amigos de verdade.1 Paulo ensinou que a nossa habilidade de nos dar bem com as pessoas é uma marca de maturidade espiritual.

Se você quer a bênção de Deus em sua vida e quer ser conhecido como filho de Deus, deve aprender a ser um pacificador. Jesus disse: Deus abençoa os que trabalham pela paz, pois eles serão chamados filhos de Deus.

Como restaurar um relacionamento
Como crentes, Deus nos chamou para ajustar nossos relacionamen¬tos uns com os outros.8 Seguem sete passos bíblicos para a restaura¬ção da comunhão.

Fale com Deus antes de falar com a pessoa. Converse sobre o problema com Deus. Se antes de mais nada você for orar a respeito do conflito em vez de fofocar com um amigo, descobrirá que em geral ou Deus muda o seu coração, ou muda o coração da outra pessoa, sem sua ajuda. Todos os seus relacionamentos seriam mais tranqüilos se você tão-somente orasse mais a respeito deles.

Um versículo para memorizar: Façam todo o possível para viver em paz com todas as pessoas (Romanos 12.18; NTLH).

Uma pergunta para meditar: Com quem preciso restau¬rar meu relacionamento no dia de hoje?

Imagem: Casa da Pólvora - João Pessoa-PB

O concílio de Trento

Todo bom estudioso deve saber que muitas coisas que as pessoas afirmam ardorosamente simplesmente não constam na Bíblia. Existem parócos e pastores ignorantes e impéritos, que mais destroem as coisas do ofício sagrado do que edificam.
É preciso saber distiguir o que são resoluções de Concílios e o que realmente está escrito na sagrada escritura. A Bíblia não fala nada de casamento em Igreja, que inventa esse sacramento são os concílios, com certeza para arrecadar fundos, só quem quer casar na Igreja sabe como é caro. Antes do século XVI as pessoas casavam simplesmente com a autorização dos pais, como também não existia o sacramento da penitência. O problema é que quando uma coisa vira uma tradição as pessoas vão se agarrando as cegas como se sempre tivesse sido daquele jeito. O próprio ofício do sacerdocio não é bem esclarecido no Novo Testamento como explicarei posteriormente. Mas vamos deixar minha opinião de lado.
Nesse artigo tratarei exclusivamente das resoluções do Concílio Tridentino, ocorreu na cidade de Trento na Itália, durou dezoito anos e foi dissolvido duas vezes.
No livro CORPO DIPLOMÁTICO PORTUGUEZ afirma que o Concilio contou com 61 teólogos, o diplomata portugues hesita em dizer as resoluções do concilio para a Vossa Alteza, só diz de antemao que ungaros e boemos podem comungar do calice de Cristo. Trento foi um concílio ecumênico, e eles se mostraram dispostos a dialogar com heresiarcas famosos como Calvino, e que tem interesse na reconciliação com a Boemia.
Um pequeno esboço da importância dos Concílios, por exemplo o de Constança(1417) que terminou com a eleição do papa Martinho V, nele a cristandade reecontrou sua unidade, pois antes a República Cristã constava com nada menos que três papas, essa anarquia foi resultado das disputas entre cardeais.
Em algumas sessões. O concilio trata de discutir algumas questoes, como o sacramento da penitência e do casamento, sobre o sumo ponticife, os concílios, sobre a vida, a honestidade dos clerigos, sob coservar o culto, e doutrina, tambem acerca do luxo, banquetes, dancas, jogos, divertimentos, e quaisquer crimes, e negocios seculares, que se devem evitar.
O que ele diz respeito a criação de seminários clérigos?
Ora, antes de tudo muito justa a atenção no que toca a educação, porque na idade da adolescência os homens sao dados a seguir o apetite do mundo, o concilio decide que as igrejas catedrais, metropolitanas e outras superiores a estas, segundo suas rendas deverao sustentar e educar virtuosamente, instruindo um certo numero de meninas e meninas na disciplina eclesiastica na sua respectiva provincia, cidade, no bispado, caso nao haja colegios na igreja.
Só deveram ser aceito meninos e meninas com menos de doze anos e se forem nascido de legitimo matrimonio, saberem ler, e escrever competentemente, especialmente podem ser pobres mas tambem nao se deve excluir os ricos, só é necessario mostrar vontade de servir a deus.
Uma das primeiras ações da Igreja quando a criança entrava no seminário era a tonsura. O que é TONSURA?
Na Antiguidade era comum o ritual de oferecimento dos cabelos às deusas da lua, num gesto simbólico de oferecimento de sua feminilidade e fertilidade. Esse hábito era uma evolução da prática de ofertar a virgindade à deusa. Em vários ritos iniciáticos existia a prática da tonsura como ato ritual, num gesto que tinha a intenção de simbolizar o despojamento do aspirante e, o gesto de entrega dos cabelos como abandono da vaidade mundana.
O que as crianças devem aprender nos seminários?
Aprenderão gramatica, canto, calculo, e outras boas artes, e alem disso se instruirão na sagrada escritura e livros eclesiasticos, homilias dos santos, e no concernente a administração dos sacramentos, principalmente de ouvir as confissoes e na forma dos ritos, e cerimonias da igreja. O bispo deve cuidar para que eles ouçam a missa todos os dias, e ao menos se confessem cada mes seus pecados, e conforme ao juizo receba do confessor o corpo de nosso senhor Jesus Xristo. Se parecer oportuno pode ate ministrar na catedral em dias festivos.
Castigarão com severidade os orgulhosos, e incorrigiveis e os que semeiam os maus costumes, sendo ate expulsos se preciso.
É necessario rendas para fundar o colegio, para o salario dos mestres e ministro, para a sustentação dos meninos e para outros gastos, os fundos devem vir das ordens regulares por divisão do bispo. Sejam hospitais, abadias, mosteiros, fabricas, todas as rendas eclesiasticas estão na obrigação de financiar seminarios. Excluidos de participar com a renda estao os soldados de S.Joao ed Jerusalem, e as ordens mendicantes.
Se o bispo nao cuidar no que diz respeito a conservação do seminario e se recusar a pagar sua porção deve receber severas repreensões do Arcebispo.
Quem irá desempenhar o emprego de mestre desses seminarios?
Doutores, Mestres e Licenciados em Teologia ou Direito Canonico ou outras pessoas capazes por si mesmo de desempnhar este emprego.
A situação de grande pobreza que algumas Igrejas se encontravam no seculo XVI indica que nem todas podem estabelecer colégios, mas segundo o Focault no XVII a europa contava com 500 escolas jesuitas e mais de 150 mil estudantes. As Igrejas grandes e abastadas, devem ajudar as menores, remanejar recursos.
No dia 11 de novembro de 1563 os teólogos se reúnem novamente para se discutir o sacramento matrimonioso.
O matrimonio é um sacramento que passa pela doutrina, vinculo perpetuo e indissoluvel, osso do meu osso, carne da minha carne, o homem se une a mulher onde os dois serão uma só carne.
O que deus junta, o homem nao separa. O amor natural confirma a unidade. Santifica os conjuges, o sagrado matrimonio foi instituido pelo proprio Cristo. E ai de quem disse que o matrimonio nao é verdadeiro. Se alguem invocar a idéia de que o matrimonio nao confere a graça, e que um cristão pode ter muitas mulheres, esse deve ser automaticamente excomungado. Assim diz o concílio.
O vínculo é indissoluvel porque muitos esposos pensam que por que um dos conjuges sumiu a muito tempo o vinculo se desfaz ou mesmo no caso do adulterio. Apenasmente a morte, desfaz o vinculo. Imaginemos quantas pessoas não sumiram, e a mulher não podia casar, por não ter a certeza se o marido estava vivo ou morto.
Entretanto a Santa Igreja determina que por muitas causas se pode fazer a separação dos consortes,a separação de habitação por tempo certo ou incerto. Agora o vínculo nunca pode ser desfeito.
Claro que a condição dos celibatos, é maior importancia diante de Deus de que a dos esposados.
Ora, nao restam duvidas que os matrimonios clandestinos é pecado nefando denominado mancebia. A igreja considera nulo o casamento mesmo que tenha consetimento dos pais, por uma causa justissima é detestavel diante de deus e os filhos desses torpes relacionamentos que são ilegitimos.
Os matrimonios ilegais estao em estado de condenacao, vive em perpetuo adulterio, a justissima causa disso é que a igreja nao pode acudir o que é oculto, porque sendo assim um homem pode adquirir matrimonio com diversas mulheres, a maioria dessas resoluções ja teriam sido tratadas no concilio lateranense.
O medo dos casamentos ilegítimos, é justamente esse, do cidadão poder ter duas mulheres, uma sem saber da outra.
O IV Concílio de Latrão foi convocado pelo papa Inocêncio III através da Bula Vineam Domini Sabaoth de 10 de abril de 1213. Foram convidados a participar desta assembléia não somente os líderes eclesiásticos regulares e seculares, como também autoridades laicas.
Nesse concilio Inoncencio III declarou que os canditados aos casamento devem denunciar publicamente que vao casar em tres dias festivos continuados. Feita a missao e nao se encontrando impedimento algum, se procederá a celebracao do matrimonio, na face da igeja, onde o paroco pergunta a um e a outro, e se percebido o mutuo consetimento diga: - eu vos junto em matrimonio em nome do padre do filho e do espirito santo.
Caso haja denuncioações que embaraçem um dos conjuges, o matrimonio se tornara nulo, o concilio de Trento regula que antes do casamento consumar-se deve estar presente o paroco, e pelo menos duas ou tres testemunhas. Essa nova regulação torna o casamento mais acessivel visto que nem todos tem renda para financiar tres dias de festa.
A popularização real do sagrado matrimônio com certeza só foi depois do século XVI, apesar de já existir desde do século XII.Certeza, houve resistencia de muitas pessoas em aderir ao casamento religiosos como regra, pois moderno na época era os padres que queriam obrigar os fieis ao casamento religioso. Resultado disso: A alta incidência de filhos bastardos e os seus reconhecimentos por parte dos pai, as mulheres que se divorciavam por nao aceitarem maus tratos por rebeldia, ou mesmo as mulheres que viravam cabeça de familia com a morte do marido.
Alem disso, para receber o templo, tem que habitar a mesma casa, e estabelece que benção seja dada pelo proprio paroco, ou por um ordinario.
O paroco tera um livro no qual escreva o nome dos esposos, e das referidas mulheres, e as testemunhas, anote o dia e o lugar em que se contraiu o matrimonio, e o livro deve ser guardado com cuidado. Tres dias antes do matrimonio, os conjuges devem confessar com diligencia os seus pecados.
A traição é uma das violacao ao contrato matrimonio, embora os manuais falem com uma certa aparencia de igualidade entre os sexos em relacao ao adulterio, e nos
exemplos praticos se transforma no que era, as relações extraconjugais do marido é
diferente da traição da mulher, vide que a questoa da prostuitução é um assunto
controverso, pela aceitação incoteste dos cabares, a propria prostituta poderia ir
a tribunal para receber a quantia devida, o proxenitismo não é crime, e a esmola
da prostituta é aceita. Aceita-se a prostituitação desde que longe da cidade,
existia uma massa de mulheres que depois de defloradas viraram prostituta,
incluindo tambem a aceitação do senhor com escravas, principalmente aqui no Brasil, como todo mundo que leu Casa Grande e Senzala de Freyre bem sabe.
Diante da traição a mulher pode recusar-se a pagar o debito sexual, em qualquer outra circustância é pecado grave desde que pedido em oralmente ou por
gesto no local e no horario permitido, a não ser em caso de doença, ou que o marido seja louco ou furioso. Porque aí a mulher não pode negar nem em caso de doença.
A Summa Caietana de Vio Caietanus articula sobre a emissao extravaso. Grave pecado contra a natureza incluindo nessa categoria o pecado nefando da polução e a sodomia. A copula completa deve incluir a inseminação do vaso, a emissao extra vaso abre brecha para os confessores se sentirem a vontade para delinear ate posições sexuais. As desordens da sexualidade conjugal sempre levam em consideracao a possibilidade do marido sentir pela esposa uma paixao irrefreiavel tipica das paixoes extraconjugais, fica explicito na discussao das posições sexuais.
Outra forma de nao pagar o debito sexual, que vem sempre referindo como se fosse
do homem e da mulher, poderia haver no caso do marido vítima de feitiçaria fosse impotente justamente com sua mulher, prevalecia a ideia de que a procriação dependia da emissao dos dois conjuges sendo necessario um orgasmo simultaneo do homem e d a mulher.
Caietanus também fala acerca de tocamentos, como masturbar a mulher, sexo oral esse tipo de coisa. O marido poderia toca-la desde que nao ouvesse perigo de polução, discute-se acerca de beijos, abraços e tocamentos, os dois primeiros se dado em sinal de amor são licitos, agora se o casal se toca por deleite leviano peca mortalmente,a mulher entrega seu corpo no matrimonio apenas para o uso humano, nunca do modo bestial

A afinidade procedida da fornicação se restringe ao segundo grau, a gradação do parentesco é um dos impedimentos dirimentes do matrimonio, quando graus muito remotos estabelecem, a afinidade nao dirima o matrimonio contraido depois.
Se alguem tiver a resolucao de contrair matrimonio cientimente dentro dos graus proibidos, seja separado e fique sem esperança de conisugir dispensa: nao merece facilmente experimentar a benignadade da igreja aquee que despreza temerariamente seus saudaveis preceitos. No segundo grau nunca se dispense, senao com grandes principes, e causa publica.
Capitulo 5, pag 256, Determina o santo Concílio que entre o raptor e a mulher roubada, nao possa haver matrimonio algum, além disso, o que rouba a mulher é obrigado a dota-la decentemente, a arbitrio do juiz. Se a mulher estando separada do roubador, e posta em lugar livre e seguro, consentir em o ter por marido, que o roubador a tenha por mulher.
Com os vagamundos o padre deve se acautelar ao juntar em matrimonio, há muito que andam vagando sem terem morada certa, eles nao ter mulher certa, recebem muitas em diversos lugares. O concilio avisa paternalmente a todos a quem pertence que nao recebao facilmente semelhante genero de homens vagabumndos, ao matrimonio.
Casos de concubinato onde o homen tem e sustenta na propria casa diversas mulheres. O concilio admoesta que se nao se despedirem de suas concubinas, serao excomungados. Nem podem ser absolvidos se nao depois que obedecerem as ordens. E se perservar no espaço de hum ano, que é o espaço da confissao, e quanto as suas mulheres sejam casadas ou solteiras tem que serem advertias tres vez, se nao obedecerem, podera ser invocado ate mesmo o braço secular;
Manda o santo concilio que do nascimento de Cristo ate o dia da epifania(dia de reis), e desde a quarta feira de cinzas ate a oitava da pascoa, nao se execute a cerimonia do casamento.
A própria profissão do "sacerdote" não encontra respaldo biblicamente. O Novo Testamento não menciona a existência de um ofício sacerdotal na igreja. Na Idade Média desenvolveu-se plenamente a idéia do sacerdócio (o clero) como uma classe distinta dos leigos, dotada de dignidade e direitos especiais. Essa idéia resultou do entendimento da eucaristia como um sacrifício – a repetição do sacrifício de Cristo –, o que exigia a figura do sacerdote.
No AT, por causa da realização de sacrificios, era necessario a presença de quem oficiasse, o proprio cristo quando nasceu foi submetido a esse ritual por ser o primogenito sacrificando duas pombinhas. No concilio de trento a eucaristia é o sacrificio de Cristo, por isso essa ligação com o AT e a função sacerdotal. Sob pena de excomunhao quem alegar o oposto.
A instituição do Sacerdocio começa a ser discutido 15 de julho de 1563. Consagrar, oferecer, ministrar o corpo de cristo e seu sangue, bem como remitir e reter os pecados. Perdoar e guardar na memoria.
A hierarquia eclesiastica autoriza alguns poderes como o de ordenação, sendo o sacramento da ordem. Uma vez ordenado pode-se voltar a condição de leigo.
Segundo a Doutrina de São Paulo, os apostolo foram instituidos pelo proprio Espírito Santo para Igreja de Deus, por isso sao superiores aos presbyteros, para a ordenação dos bispos, sacerdotes e mais ordens, nao requer consetimento do povo, nem de qualquer poder de mando secular, sendo todos aqueles que chegam a exercer ministerio alegando ser instruidos pelo povo, não são ministros, devem ser tido como salteadores, e ladrões, pois nao entraram pela porta da Santa Sé.
O texto não diz, mas pelo rigorismo dasa advertencias, imagino que "os sujeitos ignorantes das coisas eclesiasticas" sejam os protestantes que alegavam que o sacramento da ordem era uma ficção humana, somente um certo rito para eleger ministros.

Referência Bibliográfica
IGREJA CATOLICA. Concílio de Trento, 1545-1563
O sacrosanto, e ecumenico Concilio de Trento em latim e portuguez / dedica e consagra, aos... Arcebispos e Bispos da Igreja Lusitana, João Baptista Reycend. - Lisboa : na Off. de Francisco Luiz Ameno. http://purl.pt/360

CORPO DIPLOMTICO POUTIGIEZ CONTENDOOS ACTOS E RELACOES POLÍTICAS E DIPLOMÁTICAS
DE PORTUGAL COM AS DIVERSAS POTENCIAS DO MUNDO DESDE O SECULO XYI ATÉ OS NOSSOS DÍAS
PUBLICADO DE ORDEU Dü ACllDEMlil REIL DIS SCIEXCIIS DE LISBOA POR LÜIZ AUGUSTO REBELLO DA SILVA http://www.archive.org/stream/corpodiplomtic04acaduoft/corpodiplomtic04acaduoft_djvu.txt

VIO CAIETANUS, Thomas de,
Summa caietana / tresladada [em] portugues, com muytas annotações & [casos] de consciencia & decretos do sagr[ado] Concilio Tridentino polo padre frey Diogo [do] Rozayro da ordem de Sam Domingos.... - Em Braga : [em] casa de Antonio de Mariz, 1565
http://purl.pt/14237

ANGELA MENDES DE ALMEIDA 0 O GOSTO DO PECADO - Casamentos e sexualidade nos manuais de confessores dos seculos XVI e XVII. 2@ edição. Rocco, Rio de Janeiro 1993

Michel Foucault, Historia da Sexualidade I, tradução de Maria Thereza da Costa Albuquerque e J. A. Guilhon Albuquerque, 13 Edicão. Editora Graal. Rio de Janeiro. 1988

Tema Musical: Meu primeiro amor.

Tem momentos em nossa vida que estamos tão fragmentados de sofrimentos que nos falta até palavras para descrever.

É nesse momento de total fragilidade que as vezes pensamos no pior, principalmente quando somos frustrados diante da expectativas de um apoio de um amigo ou até mesmo familiar.

Tem uma canção que fala de um amor incondicional de Deus por nos que traz uma mensagem de total apoio. Restabelecidos e restaurados no amor de Deus e tomados de um sentimento de gratidão a Ele!

É o que traduz um pouco a frase:
Como é bom estar, de joelhos e sempre Te adorar! Que é de embargar a voz de emoção! Meu primeiro amor é o nome dessa canção do Gerson Cardoso que mais parece uma oração de adoração a Deus.

Permita-se ouvir e viajar na letra dessa música! E agradeça a Deus por isso! Deus te abençoe!


Deus te abençoe!


Tema Musical: Música Cristã


É com grande alegria e inspirada por Deus que dou inicio a mais uma forma de evangelização, dessa vez através da música.

Tem músicas que literalmente falam nossa emoção, não raras vezes isso acontece na vida das pessoas. É por isso que algumas vezes nos pegamos imergidos na letra de uma canção quando esta toca nosso coração, seja para lembrar de alguém querido, seja para lembrar de algo marcante do passado e até mesmo para falarmos com Deus.

Eu vejo na música (especialmente na música gospel) uma manifestação graciosa de Deus que nos fala através de nossas emoções ouvidas. É quando paralisamos diante daquela mensagem que esta sendo enviada ao nosso cérebro e nos permitimos viajar no tempo e na letra de uma bela canção.

Música brasileira, instrumental, clássica, erudita, barroca, gospel, nacional, internacional, cantos gregorianos... enfim, quando Deus quer falar conosco, não importa o ritimo nem a letra, quando menos esperamos vem uma frase de impacto no meio daquela canção até então desapercebida em outros momentos que invade nossa emoção com uma mensagem que vai até o recôndito da alma trazendo de forma individual e particular o significado que essa musica causa m nós.

Umas das músicas mais ouvidas e tocada do cantor e compositor Roberto Carlos traz uma letra que fala de um amor incondicional que por muitos é entendido como um amor entre homem e mulher, mas o que poucos sabem é que essa letra foi dedicada a Deus. Em especial no trecho: “Nem mesmo o céu, nem as estrelas, não é maior que o meu amor nem mais bonito (...) me desespero a procurar alguma forma de lhe falar, como é grande o meu amor por Você! (...)

É de fato uma canção belíssima! Principalmente por que foi inspirada no amor, devoção e adoração a Deus, fato este facilmente percebido na letra quando a ouvimos. É maravilhoso falar com Deus através da música, principalmente quando nos faltam as palavras, a música vem para preencher essa lacuna temporal e afirmar a nos mesmos o quanto somos amados e amamos esse Deus inspirador!

Permita-se ser abençoado também atraves da música!

Que Deus abençoe grandemente a sua vida!






19º. dia com propósitos





Cultivando a comunidade

Infelizmente, muitas pessoas crescem em famílias com relaciona¬mentos perniciosos, então carecem das habilidades relacionais ne¬cessárias à verdadeira comunhão. Elas devem ser ensinadas a lidar e se relacionar com as outras pessoas na família de Deus. Felizmente, o Novo Testamento é repleto de instruções sobre como partilhar uma vida. Paulo escreveu: Escrevo-lhe estas coisas, saiba como viver na família de Deus. Essa família é a igreja.

A verdadeira comunhão, seja no casamento, seja na amizade, seja na sua igreja, depende da franqueza. Na verdade, o túnel do conflito é a travessia para a intimidade em qualquer relacionamento. Até que vocês se importem o suficiente para confrontar e solucionar os obstáculos encobertos, jamais ficarão íntimos uns dos outros. Quando um conflito é tratado corretamente, crescemos em intimidade uns com os outros ao enfrentar e resolver nossas diferenças. A Bíblia diz: No fi¬nal, as pessoas valorizam a sinceridade mais que a bajulação.


Um versículo para memorizar: Nós compreendemos o que é o amor quando descobrimos que Cristo deu sua vida por nós. Significa que temos de dar nossa vida pelos outros crentes (1 João 3.16; GWT).

Imagem: Parque Zoológico Botânico Arruda Câmara - João Pessoa-PB

O Favor de Deus

Em vista da salvação (Mc 6,53-56)

Jesus e os discípulos atravessaram o lago e chegaram à região de Genesaré, onde amarraram o barco na praia. Quando desceram do barco, o povo logo reconheceu Jesus. Então, eles saíram correndo por toda aquela região, começaram a trazer os doentes em camas e os levavam para o lugar onde sabiam que Jesus estava. Em todos os lugares aonde ele ia, isto é, nos povoados, nas cidades e nas fazendas, punham os doentes nas praças e pediam a Jesus que os deixasse pelo menos tocar na barra da sua roupa. E todos os que tocavam nela ficavam curados.

O Evangelho do Dia.

A morte de João Batista (Mc 6,14-29)

O rei Herodes ouviu falar de tudo isso porque a fama de Jesus se havia espalhado por toda parte. Alguns diziam:
- Esse homem é João Batista, que foi ressuscitado! Por isso esse homem tem poder para fazer milagres.
Outros diziam que ele era Elias. Mas alguns afirmavam:
- Ele é profeta, como um daqueles profetas antigos.
Quando Herodes ouviu isso, disse:
- Ele é João Batista! Eu mandei cortar a cabeça dele, e agora ele foi ressuscitado!
Pois tinha sido Herodes mesmo quem havia mandado prender João, amarrar as suas mãos e jogá-lo na cadeia. Ele havia feito isso por causa de Herodias, com quem havia casado, embora ela fosse esposa do seu irmão Filipe. Por isso João tinha dito muitas vezes a Herodes: "Pela nossa Lei você é proibido de casar com a esposa do seu irmão!"
Herodias estava furiosa com João e queria matá-lo. Mas não podia porque Herodes tinha medo dele, pois sabia que ele era um homem bom e dedicado a Deus. Por isso Herodes protegia João. E, quando o ouvia falar, ficava sem saber o que fazer, mas mesmo assim gostava de escutá-lo.
Porém no dia do aniversário de Herodes apareceu a ocasião que Herodias estava esperando. Nesse dia Herodes deu um banquete para as pessoas importantes do seu governo: altos funcionários, chefes militares e autoridades da Galiléia. Durante o banquete a filha de Herodias entrou no salão e dançou. Herodes e os seus convidados gostaram muito da dança. Então o rei disse à moça:
- Peça o que quiser, e eu lhe darei.
E jurou:
- Prometo que darei o que você pedir, mesmo que seja a metade do meu reino!
Ela foi perguntar à sua mãe o que devia pedir. E a mãe respondeu:
- Peça a cabeça de João Batista.
No mesmo instante a moça voltou depressa aonde estava o rei e pediu:
- Quero a cabeça de João Batista num prato, agora mesmo!
Herodes ficou muito triste, mas, por causa do juramento que havia feito na frente dos convidados, não pôde deixar de atender o pedido da moça. Mandou imediatamente um soldado da guarda trazer a cabeça de João. O soldado foi à cadeia, cortou a cabeça de João, pôs num prato e deu à moça. E ela a entregou à sua mãe. Quando os discípulos de João souberam disso, vieram, levaram o corpo dele e o sepultaram.

18ª. dia com Propósitos



Tendo uma vida em comum. A vida foi feita para ser partilhada.



Deus quer que vivamos juntos. A Bíblia chama essa experiência compartilhada de comunhão. Hoje em dia, entretanto, a palavra per­deu grande parte de seu significado bíblico. “Comunhão” ou “con­fraternização” hoje se refere normalmente a uma conversa casual, uma atividade social, comida e diversão.

A real comunhão significa muito mais do que apenas aparecer nos cultos. É ter vida em comum. Ela inclui amar altruisticamente, compartilhar com transparência, servir nas necessidades práticas, ser generoso com o sacrifício de si mesmo, consolar compassivamente e todas as outras orientações “uns aos outros” encontradas no Novo Testamento.

Quando se trata de comunhão, o tamanho importa: quanto me­nor melhor. Você pode adorar no meio de uma multidão, mas não pode ter comunhão com ela. Quando um grupo se torna algo maior do que dez pessoas, alguém deixa de participar — normalmente o mais pacato —, e umas poucas pessoas acabam dominando o grupo.

Jesus ministrou no contexto de um pequeno grupo de discípulos. Ele podia ter escolhido mais, porém sabia que doze estava em torno do número máximo de pessoas que um grupo pequeno pode conter para que todos possam participar.

O corpo de Cristo, assim como seu próprio corpo, é na verdade um conjunto de muitas pequenas células. A vida do corpo de Cristo, tal qual o seu corpo, está contida no interior das células. Por essa razão, todo cristão deve estar envolvido em um pequeno grupo dentro de sua igreja; seja um grupo de comunhão nos lares, seja uma classe de escola dominical, seja um grupo de estudo bíblico. É ali que ocorre a verdadeira comunhão, e não nas grandes reuniões. Se você imaginar sua igreja como um navio, os grupos pequenos são os botes salva-vidas presos a ela.

Deus fez uma fantástica promessa a respeito de grupos peque­nos de crentes: Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles.1 Infelizmente, mesmo estar em um grupo pequeno não lhe garante experimentar uma comunhão real. Muitas classes de escola dominical, bem como grupos pequenos, ficam pre­sos à superficialidade e não fazem idéia de como é experimentar a verdadeira comunhão. Qual é a diferença entre a comunhão verda­deira e a falsa?

Um versículo para memorizar: Compartilhem os seus problemas e transtornos uns com os outros e dessa for­ma obedeçam à lei de Cristo (Gaiatas 6.2; nlt).

Uma pergunta para meditar: Que passo posso dar hoje para me unir a outro crente de forma mais íntima e verdadeira?


Imagem: Parque Solo Lucena - João Pessoa-PB

Há dois mil anos atrás – A Sabedoria

Jesus, a Sabedoria.
Veio ao mundo um Homem
Não tinha formosura
Era desprezado pelos grandes
Uma nova criatura


Os grandes imaginavam
Um Messias poderoso
Nasceu numa manjedoura
Aquecido por animais.

Sofreu perseguições
Passou aflições
Sofreu dores e trabalhou
Ao seu pai ajudou.

Aos doze anos
Aos doutores ensinou
Então os grandes
De boca-aberta ficou.

Por onde passava
Era tanta sabedoria
A todos causavam
Grande alegria.

Foi um homem popular
Falava de seu reino
Isso veio a preocupar
A elite do azar.

Com medo de perder
O poder e a hegemonia
O acusaram de falso mestre
Isso foi covardia.

Levaram-no ao julgamento
Isso foi um grande lamento
Convenceram a muitos
Grande foi o desapontamento

No tribunal não abriu a boca
Não se auto-defendeu
Os grandes não entenderam
Mesmo assim o condenaram

Coroa de espinho lhe colocaram
Bofetadas e cuspes
Açoites e escárnios
O humilharam e espancaram

Pelas ruas de Jerusalém
Uma procissão acompanhou
Ele de graça apanhou
E a cruz nas costa carregou.

Chegaram ao calvário
Mais ali esbofetearam
Pregaram-no numa cruz
E uma lança o transpassou.

É inimaginável tanta dor
Que sofreu o Salvador
Ele olhava com amor
Para todo o pecador.

Quando lhe faltou o ar
Naquela cruz Ele expirou
Pai perdoa porque não sabe o que fazem
Entrego-te meu pai de amor.

Pegaram o seu corpo
Num túmulo o colocou
Com uma pedra grande
O túmulo fechou.

Seus discípulos ficaram
Tristes e choraram
As Marias não desanimaram
Ao seu tumulo visitaram

Chegando lá
Não o avistaram
Somente um anjo
Que a elas informaram

Ele não está aqui
Já ressuscitou
Assim como Ele falou
Três dias apenas a terra o segurou.

Mais tarde elas e os discípulos
Ao mestre encontraram
Imagino a alegria
De encontrarem de novo a Sabedoria.

Julcelho Marins da Silva Mariza Ramires Marins.

O Evangelho do Dia.

A missão dos doze discípulos (Mc 6,7-13)

Ele chamou os doze discípulos e os enviou dois a dois, dando-lhes autoridade para expulsar espíritos maus. 8Deu ordem para não levarem nada na viagem, somente uma bengala para se apoiar. Não deviam levar comida, nem sacola, nem dinheiro. Deviam calçar sandálias e não levar nem uma túnica a mais. Disse ainda:

- Quando vocês entrarem numa cidade, fiquem hospedados na casa em que forem recebidos até saírem daquela cidade. Mas, se em algum lugar as pessoas não quiserem recebê-los, nem ouvi-los, vão embora. E na saída sacudam o pó das suas sandálias, como sinal de protesto contra aquela gente.
Então os discípulos foram e anunciaram que todos deviam se arrepender dos seus pecados. Eles expulsavam muitos demônios e curavam muitos doentes, pondo azeite na cabeça deles.


17º. dia com propósitos


O que realmente importa?

Não importa o que eu diga, creia e faça; sem amor, estou arruinado.

1Coríntios 13.3b; Msg

Amor significa viver da maneira que Deus nos mandou viver. Como vocês ouviram desde o início, o seu mandamento é este: Viva uma vida de amor.

2 João 1.6; ncv

Uma vez que Deus é amor, a lição mais importante que ele quer que você aprenda na terra é como amar. É quando amamos que so­mos mais parecidos com ele, de modo que o amor é o fundamento de todos os mandamentos que ele nos deu: Toda a lei pode ser resumi­da neste único mandamento: “Ame aos outros como você ama a si mesmo”.1

Aprender a amar altruisticamente não é tarefa fácil; vai contra a nossa natureza egoísta. É por isso que temos toda uma vida para aprender. É lógico que Deus quer que amemos a todos, mas ele se interessa especialmente por que aprendamos a amar as outras pes­soas que fazem parte de sua família. Como já vimos, esse é o segun­do propósito para nossa vida. Pedro nos diz: Mostrem um amor especial pelo povo de Deus.2 Paulo expressa o mesmo sentimento: Quando tivermos oportunidade de ajudar a alguém, nós devemos fazê-lo. Mas devemos dar uma atenção especial àqueles que são da família dos crentes.

Amar deve ser sua principal prioridade, seu objetivo primordial e sua maior ambição. Amar não é uma parte boa de sua vida; é a parte mais importante. A Bíblia diz: Que o amor seja o maior alvo de vocês.

O amor é para sempre. Outra razão pela qual Deus nos manda fazer do amor nossa principal prioridade é que ele é eterno. Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor. Seremos avaliados quanto ao nosso amor. A terceira razão para tornar o aprendizado do amor o objetivo de sua vida é que seremos avaliados com base nele na eternidade. Uma das formas pelas quais Deus mede nossa maturidade es­piritual é pela qualidade de nossos relacio­namentos. No céu, Deus não dirá “Fale-me de sua carreira, de sua conta bancária e de seus passatempos”. Em vez disso, vai rever como você tratou as outras pessoas, especialmente as necessitadas.9 Jesus disse que a forma de amá-lo é amar a família dele e cuidar de suas necessidades práticas: Digo-lhes a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram.

Tendo consciência de que algum dia ficará perante Deus, eis algumas questões que você precisa levar em consideração. Como você explicará aqueles momentos em que projetos e coisas foram mais importantes para você do que as pessoas? Com quem você precisa começar a passar mais tempo? O que você precisa eliminar de sua agenda para tornar isso possível? Que sacrifícios você precisa fazer?

A melhor utilidade que pode se dar à vida é amar. A melhor expressão do amor é o tempo. O melhor momento para amar é agora.

Um versículo para memorizar: Toda a Lei se resume num só mandamento: Ame o seu próximo como a si mesmo (Gálatas 5.14; nvi).

Uma pergunta para meditar: Honestamente, será que os relacionamentos são a minha prioridade? Como pos­so me assegurar de que são?


Imagem: Monumento Histórico da cidade velha João Pessoa -PB - Hotel Globo

Santidade!

" O meu melhor, quero Te dar, me derramar aos Teus pes (...)"

Essa música de Aline Barros é um clamor de adoração a Deus.

Louvado seja Deus!

16º. dia com propósitos



Formado para fazer parte da família de Deus

Deus quer uma família, e criou você para ser parte dela. Esse é o segundo propósito de Deus para sua vida, o qual planejou antes que você nascesse. Toda a Bíblia é a história de Deus formando uma família que irá amá-lo, honrá-lo e reinar com ele para sempre. Ela diz: Seu plano imutável sempre foi nos adotar para a sua própria família, trazendo-nos a si mesmo por meio de Jesus Cristo. E isso lhe trouxe grande prazer.

Quando colocamos nossa fé em Cristo, Deus se torna nosso Pai, nós nos tornamos seus filhos e os outros crentes se tornam nossos irmãos e irmãs; e a igreja se torna nossa família espiritual. A família de Deus inclui todos os crentes do passado, do presente e do futuro.

Cada ser humano foi criado por Deus, mas nem todos são filhos de Deus. A única forma de entrar na família de Deus é nascendo nova­mente dentro dela. Você se torna parte da família humana no seu primeiro nascimento, mas se torna membro da família de Deus pelo segundo nascimento. Deus nos deu o privilégio de nascermos de novo, de modo que agora somos membros da família do próprio Deus.

Sua família espiritual é ainda mais importante que sua família física, porque durará para sempre. Nossas famílias na terra são maravilhosas dádivas de Deus, mas são temporárias e frágeis; freqüentemente rompidas pelo divórcio, a distância, a velhice e inevitavelmente a morte.

No entanto, nossa família espiritual — o nosso relacionamento com os outros crentes — irá continuar pela eternidade afora. É uma união muito mais forte, um laço mais permanente do que parentesco de sangue. Sempre que Paulo parava para pensar no pro­pósito eterno de Deus para todos nós, ele rompia em louvores: Quando eu penso na sabedoria e na extensão do seu plano, eu caio de joelhos e rogo ao Pai de toda a grande famí­lia de Deus — alguns deles lá em cima no céu e outros aqui embai­xo na terra


Um versículo para memorizar: Seu plano imutável sem­pre foi o de nos adotar para a sua própria família, trazendo-nos a si mesmo por meio de Jesus Cristo (Efésios 1.15a; nlt).

Uma pergunta para meditar: Como começar a tratar os outros crentes como membros de minha família?

Imagem: Faculdade de Direito em estilo Barroco Colonial - João Pessoa-PB




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