5 de fev de 2010

18ª. dia com Propósitos



Tendo uma vida em comum. A vida foi feita para ser partilhada.



Deus quer que vivamos juntos. A Bíblia chama essa experiência compartilhada de comunhão. Hoje em dia, entretanto, a palavra per­deu grande parte de seu significado bíblico. “Comunhão” ou “con­fraternização” hoje se refere normalmente a uma conversa casual, uma atividade social, comida e diversão.

A real comunhão significa muito mais do que apenas aparecer nos cultos. É ter vida em comum. Ela inclui amar altruisticamente, compartilhar com transparência, servir nas necessidades práticas, ser generoso com o sacrifício de si mesmo, consolar compassivamente e todas as outras orientações “uns aos outros” encontradas no Novo Testamento.

Quando se trata de comunhão, o tamanho importa: quanto me­nor melhor. Você pode adorar no meio de uma multidão, mas não pode ter comunhão com ela. Quando um grupo se torna algo maior do que dez pessoas, alguém deixa de participar — normalmente o mais pacato —, e umas poucas pessoas acabam dominando o grupo.

Jesus ministrou no contexto de um pequeno grupo de discípulos. Ele podia ter escolhido mais, porém sabia que doze estava em torno do número máximo de pessoas que um grupo pequeno pode conter para que todos possam participar.

O corpo de Cristo, assim como seu próprio corpo, é na verdade um conjunto de muitas pequenas células. A vida do corpo de Cristo, tal qual o seu corpo, está contida no interior das células. Por essa razão, todo cristão deve estar envolvido em um pequeno grupo dentro de sua igreja; seja um grupo de comunhão nos lares, seja uma classe de escola dominical, seja um grupo de estudo bíblico. É ali que ocorre a verdadeira comunhão, e não nas grandes reuniões. Se você imaginar sua igreja como um navio, os grupos pequenos são os botes salva-vidas presos a ela.

Deus fez uma fantástica promessa a respeito de grupos peque­nos de crentes: Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles.1 Infelizmente, mesmo estar em um grupo pequeno não lhe garante experimentar uma comunhão real. Muitas classes de escola dominical, bem como grupos pequenos, ficam pre­sos à superficialidade e não fazem idéia de como é experimentar a verdadeira comunhão. Qual é a diferença entre a comunhão verda­deira e a falsa?

Um versículo para memorizar: Compartilhem os seus problemas e transtornos uns com os outros e dessa for­ma obedeçam à lei de Cristo (Gaiatas 6.2; nlt).

Uma pergunta para meditar: Que passo posso dar hoje para me unir a outro crente de forma mais íntima e verdadeira?


Imagem: Parque Solo Lucena - João Pessoa-PB

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