31 de jul de 2015

OS QUATRO PILARES DO CASAMENTO (Culto doméstico, oração, jejum e adoração)

OS QUATRO PILARES DO CASAMENTO

(Culto doméstico, oração, jejum e adoração)

 

CULTO DOMÉSTICO:

 

1. É bíblico – Deus recomendou em Deuteronômio 6.7. "Sentado em tua casa" quer dizer sentar com a família para falar de Deus e das coisas espirituais. Timóteo aprendeu em casa, com a avó Loide e a mãe Eunice.

2. Fortalece os laços familiares – Dissensões, inimizades e separações dificilmente acontecem numa família que cultua a Deus e medita em sua Palavra diariamente.

3. Edifica e fortalece a vida cristã de cada indivíduo, deixando nele marcas indeléveis.

4. Necessidades e vitórias são compartilhadas em orações.

5. É momento para tirar dúvidas a respeito da Bíblia e da vida cristã.

6. É oportunidade preciosa para apresentar aos filhos e a outras pessoas o plano de salvação. Que privilégio para os pais saberem que seu filho aceitou Jesus no culto em família!

7. É momento de testemunho. As orações e os cânticos podem ser ouvidos pela vizinhança, despertar interesse e atingir os corações.

 

A ORAÇÃO:

 

O momento da oração é a oportunidade que temos enquanto cristãos de nos relacionar de maneira mais intima com Deus colocando diante dEle nossas petições, gratidões, motivos de oração e principalmente, apresentando nosso ser e refletindo acerca de nossos atos e comportamentos. Esse momento de oração pode ser vivido na modalidade pessoal e familiar.

 Jesus insistiu na necessidade da oração; pois as dificuldades pessoais e da família não são somente de ordem natural, mas também espiritual.  

A Família e o casamento são obras de Deus, o casal precisa estar armado com a graça de Deus para vencer suas ciladas e maldades.

Jesus mandou:

"É necessário orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo" (Lc 18,1);

"Vigiai e orai para que não entreis em tentação" (Mt 26,41a);

"Pedi e se vos dará" (Mt 7,7). 

Sem oração, nenhum de nós fica de pé espiritualmente e ninguém consegue fazer a vontade de Deus. A razão é muito clara: "Porque sem mim nada podeis fazer" (Jo 15,5).

 

 

JEJUM

 

            O tipo de jejum que Deus deseja é o de um coração disposto a dizer: "Sim, Deus. O período do jejum é um especial momento de reflexão com Deus. Feito com um objetivo claro alcança-se verdadeiros milagres.

            No Velho Testamento encontramos diferentes propósitos para o jejum:

            Consagração – O voto do nazireado envolvia a abstinência/jejum de determinados tipos de alimentos (Nm 6.3,4);

            Arrependimento de pecados – Samuel e o povo jejuando em Mispa, como sinal de arrependimento de seus pecados (1 Sm 7.6, Ne 9.11);

Luto – Davi jejua em expressão de dor pela morte de Saul e Jônatas, e depois pela morte de Abner. (2 Sm 1.12 e 3.35);

Aflições – Davi jejua em favor da criança que nascera de Bate-Seba, que estava doente, à morte (2 Sm 12.16-23); Josafá apregoou um jejum em todo Judá quando estava sob o risco de ser vencido pelos moabitas e amonitas (2 Cr 20.3);

Buscando Proteção – Esdras proclamou jejum junto ao rio Ava, pedindo a proteção e benção de Deus sobre sua viagem (Ed 8.21-23); Ester pede que seu povo jejue por ela, para proteção no seu encontro com o rei (Et 4.16);

Em situações de enfermidade – Davi jejuava e orava por outros que estavam enfermos (Sl 35.13);

Intercessão – Daniel orando por Jerusalém e seu povo (Dn 9.3, 10.2,3)

b) Nos Evangelhos

Preparação para a Batalha Espiritual – Jesus mencionou que determinadas castas só sairão por meio de oração e jejum, que trazem um maior revestimento de autoridade (Mt 17.21);

Estar com o Senhor – Ana não saía do templo, orando e jejuando freqüentemente (Lc 2.37);

Preparar-se para o Ministério – Jesus só começou seu ministério depois de ter sido cheio do Espírito Santo e se preparado em jejum (prolongado) no deserto (Lc 4.1,2);

Em Atos dos Apóstolos vemos a Igreja praticando o jejum em diversas situações, tais como:

Ministrar ao Senhor – Os líderes da igreja em Antioquia jejuando apenas para adorar ao Senhor (At 13.2);

Enviar ministérios – Na hora de impor as mãos e enviar ministérios comissionados (At.13:3);

Estabelecer presbíteros – Além de impor as mãos com jejum sobre os enviados, o faziam também sobre os que recebiam autoridade de governo na igreja local, o que revela que o jejum era um princípio praticado nas ordenações de ministros (At 14.23).

Nas Epístolas só encontramos menções de Paulo de ter jejuado (2 Co 6.3-5; 11.23-27).

 

 

ADORAÇÃO

 

            Invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás" (Sl 50.15).

             O tema central do Salmo 50 é a adoração verdadeira a Deus, o legítimo louvor ao Senhor, o louvor que Lhe é agradável. Adoração verdadeira começa com a Criação: "Fala o Poderoso, o Senhor Deus, e chama a terra desde o Levante até o Poente" (v.1). A real finalidade da Criação é louvar a Deus. É o que nos diz o Salmo 19.1: "Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos".

            A verdadeira adoração revela a grandeza e a glória de Deus

"Desde Sião, excelência de formosura, resplandece Deus. Vem o nosso Deus e não guarda silêncio; perante ele arde um fogo devorador, ao seu redor esbraveja grande tormenta" (vv.2-3).

 

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